Até já!
domingo, 3 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Uma sala cheia - "Aqui já fui feliz"
Hoje entrei numa sala de surpresa, pensei encontrá-la vazia, mas vi que estava cheia.
Cheia de sorrisos, cheia de olhares, cheia de alegria, cheia de sonhos e de corações que palpitam a caminho de algo.
Estava cheia aquela sala quando lá cheguei e cheia fiquei quando de lá saí.
O que esconde tanto "cheio" não pode ser vazio.
Continuei o caminho e também os corredores e o recreio estavam cheios, e o que os enchia repetia-se nos sorrisos, nos olhares, na alegria, nos sonhos e nos corações que palpitam para algo.
Não conseguindo perceber o que está por trás de tanto "cheio", uma coisa entendi, por momentos, soube sentir o porquê de muitas decisões e de muitas escolhas.
São momentos como estes que me enchem e preenchem.
Ainda em viagem percebi que, afinal havia uma sala que estava vazia e não era aquela, mas uma bem próxima de mim.
Até já! Aqui já fui feliz.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
O que são as palavras?
domingo, 19 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
Reflexos versus profundidade
Nem sempre vemos em profundidade, ficamo-nos pelos reflexos!
A luz do reflexo esconde a sombra da profundidade, talvez por isso, quando olhamos para longe somos incapazes de descobrir o essencial.
Porque nos detêm os reflexos da profundidade?
Até já!
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Hoje é Páscoa
Hoje também é Páscoa, porque hoje temos a possibilidade de ser pessoas novas e renovadas.
Não será assim todos os dias?
Até já!
quinta-feira, 2 de abril de 2015
A caminho da vida nova
O caminho pode ser longo e a cruz pesada, mas a luz que dela vem resulta numa vida nova, proposta de abertura para um mundo, também ele novo, e que deixa sobressair a generosidade de coração.
O que nos falta percorrer para alcançar a ressurreição?
Um pedacinho da escuridão.
A escuridão mais cheia de luz de que há memória.
Até já! A caminho da Ressurreição.
sábado, 28 de março de 2015
Ritual ou primavera
Conheço uma árvore que todos os anos repete o mesmo ritual.
As suas folhas desistem de se agarrar a ela e deixam-se cair, ou será que se libertam e passam a desfrutar livremente do vento?
A imagem da árvore que é a simples ramos e tronco, com saudades e frio, começa a crescer à procura das folhas, mas como nada acontece, ela vê-se obrigada a passar um inverno assim, despida de um pedaço de si e à procura.
Parece atravessar o deserto, como se de uma quaresma se tratasse.
As suas folhas desistem de se agarrar a ela e deixam-se cair, ou será que se libertam e passam a desfrutar livremente do vento?
A imagem da árvore que é a simples ramos e tronco, com saudades e frio, começa a crescer à procura das folhas, mas como nada acontece, ela vê-se obrigada a passar um inverno assim, despida de um pedaço de si e à procura.
Parece atravessar o deserto, como se de uma quaresma se tratasse.
Quando aparece o calor e uma nova luz, o tronco e os ramos abandonam-se à natureza, deixando-se conduzir por ela, que os presenteia com novas folhas, mais verdes e fortes que nunca.
Todos os anos este ritual trás uma nova esperança, que passa por crescer, ficar mais forte e ganhar uma vida transformada e transformadora.
As árvores ficam despidas de si, mas só assim darão espaço para a novidade que é a primavera da vida.
E há sempre uma primavera ... oportunidade para viver de novo.
E há sempre uma primavera ... oportunidade para viver de novo.
Até já!
quinta-feira, 26 de março de 2015
Obstáculos
sexta-feira, 20 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Amor ... só quando dele tiramos o tudo, não ficamos sem nada
Apesar de me julgar incapaz de falar desta grande dimensão que é o amor humano, o amor que tão depressa nos faz crescer como mingar, não consigo deixar de dissertar sobre ele.
Talvez o faça para o perceber melhor.
Mas cá vai.
Não é o amor que nos trama, mas o caminho que se faz para o encontrar. Mais difícil ainda é permanecer nele.
São caminhos trilhados com o que de melhor há em nós.
Nele depositamos tudo ou nada, com ele sentimos tudo ou nada, é um sentimento em que se “mata ou morre”, mas só quando dele tiramos o tudo, não ficamos sem nada.
Nele depositamos tudo ou nada, com ele sentimos tudo ou nada, é um sentimento em que se “mata ou morre”, mas só quando dele tiramos o tudo, não ficamos sem nada.
Dizem que a vida é madrasta, mas nem todas as que conheço são más.
Quem é amado sente-se adotado e sugado da solidão de se viver constantemente à procura de ser chamado ao amor e vivê-lo por completo, com entrega e transformando o coração na nossa casa.
Quem é amado sente-se adotado e sugado da solidão de se viver constantemente à procura de ser chamado ao amor e vivê-lo por completo, com entrega e transformando o coração na nossa casa.
Esta casa de que falo tem muitos compartimentos, e todos eles são um lugar aberto para acolher, mas por vezes não somos capazes de fechar a porta e permanecer nele com quem lá entra. Por outro lado, há quem lá entre, mas não consiga ficar fechado nele.
Para abraçar não é preciso apenas estar com os braços abertos para acolher, temos de saber quando os fechar e como permanecer neste estado de comunhão.
O amor também é assim, acolher não chega.
O amor também é assim, acolher não chega.
Errar nesta procura são as pedras da calçada, são os buracos do caminho, são as muralhas que temos de contornar, e é graças a eles que somos colocados no trilho certo, mesmo parecendo que não devíamos ter vivido aquele momento ou que o teríamos de o ter vivido de outra maneira.
Claro que neste caminhar pode existir a dor, mas não será ela que nos torna mais fortes? Respeitar o outro, parece-me ser o segredo para que a dor seja convertida em experiência. Além disso, mais vale viver um pouco ferido, do que viver uma mentira.
É o amor que nos faz andar. Apesar de acreditar nisso, por vezes fica-se acomodado, nem sempre se vai à procura só porque ... sim.
Até já! (Já editado há muito, mas só hoje publicado)
Até já! (Já editado há muito, mas só hoje publicado)
Será este um dos segredos do S. José?
As preocupações devem ser tão grandes ... é só reparar no lençol de papel que está por baixo do S. José. Apesar disso, aparenta ser um sono tranquilo.
Até já!
Até já!
quarta-feira, 18 de março de 2015
I had a dream ... pétalas
Esta noite eu tive um sonho.
Nele cruzei-me com um velho sábio que guardava religiosamente um frasco cheio de cor. Do frasco saía um cheiro perfumado que parecia encantar os sentidos.
Olhei mais de perto e eram pétalas o que o frasco continha.
Fiquei curiosa e quis saber porque tão sábio homem guardava aquilo como se de uma relíquia se tratasse. Perguntei-lhe porque o fazia.
Ao que me respondeu que, em tempos havia conhecido uma árvore de fruto que gostava que a chamassem Anaíd, não por vaidade, mas por ser diferente de todas as outras. Ela era gigantesca e dava os mais doces frutos do vale. Tinha uma pequena zeladora que lhe dava atenção.
Era uma criança que todos os dias, ao regressar da escola, a apreciava e se deixava tocar pela beleza de tamanha árvore.
Adorava cada estação do ano, o verão era o que essa criança mais gostava, pois Anaíd oferecia-lhe frutos deliciosos, mas era na primavera, quando a Anaíd deixava cair as suas pétalas, que essa criança as recolhia e as guardava naquele frasco.
Porque fazia isso a criança? Voltei a perguntar ao sábio.
Simples, essa criança guardava cada pétala porque no outono e no inverno tinha saudades das suas cores e, assim, sempre que as sentisse, abria o frasco e deixava-se reencantar pelas suas cores, sonhando com o verão seguinte e com os doces frutos que ela lhe oferecia.
Essa criança sabia que o momento menos belo da natureza era o responsável pelo momento mais belo da Anaíd.
O velho sábio simplesmente era o guardião de ... (e acordei).
Até já!
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Há momentos que são para a vida e transformadores - EMRC em Roma
"Queridos peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! A todos vos saúdo, especialmente aos fiéis de Nogueiró e aos estudantes e professores do Agrupamento de Escolas de Viseu, encorajando-vos a apostar em ideais grandes, ideais de serviço que engrandecem o coração e tornam fecundos os vossos talentos. Confiai em Deus, como a Virgem Maria! De bom grado abençoo a vós e aos vossos entes queridos." (Audiência geral - 18 de fevereiro de 2015)
Até já! (Agrupamento de Escolas Zona Urbana de Viseu - escola Básica Grão Vasco)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Deus surpreende-nos, deixemo-nos surpreender por Deus.
(foto: I. C.)
Da homilia do papa Francisco aos jovens em Manila (janeiro 2015) retenho estas palavras:
«Se só tendes toda a informação, estais fechados à surpresa. O amor abre-te à surpresa. O amor é sempre uma surpresa porque supõe um diálogo entre dois: entre o que ama e o que é amado. E de Deus dizemos que é o Deus das surpresas porque Ele sempre nos amou primeiro e espera-nos com uma surpresa. Deus surpreende-nos, deixemo-nos surpreender por Deus. E não tenhamos a "psicologia do computador", de crer que se sabe tudo».
«Se só tendes toda a informação, estais fechados à surpresa. O amor abre-te à surpresa. O amor é sempre uma surpresa porque supõe um diálogo entre dois: entre o que ama e o que é amado. E de Deus dizemos que é o Deus das surpresas porque Ele sempre nos amou primeiro e espera-nos com uma surpresa. Deus surpreende-nos, deixemo-nos surpreender por Deus. E não tenhamos a "psicologia do computador", de crer que se sabe tudo».
Até já! (in: http://www.snpcultura.org/converte_te_em_mendigo_aprende_a_chorar_abre_te_surpresa_Deus.html)
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Boneco de neve
O pequeno boneco de neve olhava pela janela, temia a luz do sol, mas sonhava por aquela janela.
Janela aberta ao coração gélido, que fazia sorrir miúdos e graúdos.
Para aquele pedaço de neve, os olhos eram a porta do coração.
A vida que nele podia despertar necessitava que o boneco de neve se deixasse transformar pela alegria que dele nascia e que os outros contaminava. Só assim se fazia gente.
Quantos corações gelados são pedaços de gente?
Quantos precisam de ser aquecidos, para que também possam experimentar a alegria de abrir as portas do coração?
Não se pode fugir ao calor e à luz, só eles devolvem o essencial.
Até já!
domingo, 4 de janeiro de 2015
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
FELIZ NATAL
Se não te enviar uma sms, não te aborreças.
Se não te ligar, para desejar as Boas Festas, não te
preocupes.
Ao escrever este
"Postal de Natal" faço-o,
também, a pensar em ti .
Todos os anos as nossas casas, no mês de Dezembro, ganham
outra alegria, outra luz, outra cor. Todos os anos em Dezembro é NATAL. Para
nos lembrar-mos disso, usamos uma data de símbolos e imagens que nos recordam o
1º Natal.
A ÁRVORE DE NATAL, é um "mamarracho" que se coloca
nas nossas salas, que bem enfeitado ganha outro sentido, pela alegria que
transmite e por fazer sorrir os corações mais distraídos. Sem dúvida que, se
olhar-mos para o pinheiro, o vemos a apontar numa direção, num sentido ... no
sentido do Céu e de uma estrela ,... no sentido de Deus/ Amor.
A ESTRELA DE NATAL revelou,
no passado, o caminho que levava a Jesus, em 2014 essa mesma estrela continua a
brilhar, ... porque não a vemos? Porque
nos centros comerciais não se vê o Céu; porque nem sempre a deixamos brilhar na
nossa casa, que é o nosso coração; porque colocamos no nosso olhar uma grande
desconfiança no futuro.
Depois há as PRENDAS DE NATAL , gastam-se horas a
escolher,... num entra e sai de lojas... desperdiçam-se km's de papel para as
embrulhar e as tornar "liiiindas", mas nesta correria rouba-se o
tempo que é nosso e dos da nossa vida, não conseguindo dedicar-lhes o tempo
que, sem embrulho, faz tão bem.
O melhor presente que podemos dar a alguém é o
"PRESENTE" (talvez por isso
prenda = presente)... isso mesmo, o "agora", o "já", a
nossa disponibilidade e crescer nos afetos e no amor das relações mais
profundas. Claro que todas as pessoas (adultos e crianças) gostam do ritual de
fazer aparecer as prendas e de as abrir, descobrindo o mistério que está por
trás daquele embrulho … sendo o maior mistério, não a prenda embrulhada, mas o
facto de alguém se ter lembrado de nós e nós dos outros , fazendo-se sentir
presente em tão solene momento do nosso ano, que representa todos os dias da
nossa vida.
Os DOCES DE NATAL ,
fazem maravilhas numa mesa... enchem a vista e a barriga a qualquer pessoa,
mesmo nas casas em que não abundam,... um simples doce, enche a mesa.
Esses doces deveriam lembrar-nos que o que adoça a nossa
vida e a alimenta, são as pessoas que estão à volta dessa mesa ... não só
fisicamente, mas no nosso coração, porque um dia as convidamos a entrar na
nossa vida e na nossa casa . Para nos "alimentar-mos" destes doces,
devemos rodear uma mesa com a nossa família, em que o centro não é a mesa, mas
o JESUS recém nascido nos nossos corações.
Os POSTAIS, SMS,
TELEFONEMAS ... são instrumentos que fazem sentir a alegria dos outros na nossa
vida e o inverso, é o querer estar presente
... há melhor coisa na vida do que ter uma família e amigos que nos
fazem sentir em paz e nos ajudam a caminhar?
Tudo isto nos leva ao
PRESÉPIO: a ÁRVORE aponta o sentido e pela ESTRELA
somos guiados até JESUS, depois
temos as PRENDAS que relembram a maior prenda de todas, Jesus
nas nossas vidas e tudo o que Ele nos oferece, ... nos DOCES
podemos ver/ saborear o AMOR DE DEUS, que nos alimenta e nos dá força,
tornando os nossos dias mais doces. Com os POSTAIS, SMS E TELEFONEMAS, somos
tocados por Deus através dos outros, já o Natal nos Hospitais e nas Prisões
revelam um Natal de todos e para todos,
O PRESÉPIO é o
caminho ... é o "encontro" .
Viver o Natal
é lembrar os outros na nossa vida, dando-lhes um presente de amor
imenso, pela graça de fazermos parte da vida uns dos outros.
O Natal é recordar,
num mundo em que se espera e procura nas coisas erradas, em que se criam
necessidades que não temos e nos perdemos, conformados, nos "azares da
vida", ... essa recordação, marca-nos por uma grande sintonia entre a
esperança e a confiança ... assim se diz no natal, assim se devia dizer todos os dias das nossas vidas
A todos, guardo no meu coração e desejo um Natal Muito
Feliz.
Até Já!
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Revelar-se
No passado as fotografias precisavam da escuridão para se revelarem.
No presente as pessoas ainda o fazem.
Até já!
Tesourinho de 10 anos - Bacalhau
Para quem não sabe:
"Tesourinho 1 -Porque é que a água do mar é Salgada?
Tesourinho 2 - É por causa do bacalhau!"
Até já!
terça-feira, 11 de novembro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Nem sempre se recebe o que se pede, porque será?
"Eu pedi forças
E Deus deu-me
dificuldades
Para me fazer forte
Eu pedi
sabedoria
E Deus deu-me
problemas
Para resolver
Eu pedi
prosperidade
E Deus deu-me o
cérebro
E músculos para
trabalhar.
Eu pedi coragem
E Deus deu-me
obstáculos
Para superar.
Eu pedi amor
E Deus deu-me
pessoas
Com problemas para
ajudar.
Eu pedi
favores
E Deus deu-me
oportunidades.
Eu não recebi
Nada do que pedi
Mas recebi tudo o que precisava."
(Fonte desconhecida)
Até já!
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Ser o dobro
"Estava sozinho, os seus amores haviam falhado e sentia que tudo lhe faltava pela metade, como se tivesse apenas metade dos olhos, metade do peito e metade das pernas, metade da casa e dos talheres, metade dos dias, metade das palavras para se explicar às pessoas. Via-se metade ao espelho e achava tudo demasiado breve, precipitado. (...)
Ficou surpreso, não lhe ocorria preocupar-se mais com essas coisas, estava feliz. Mas o rapaz insistiu. O Crisóstomo respondeu que não lhe faltava nada, estava inteiro. E o rapaz pequeno disse-lhe que então ele deveria passar a ser o dobro. Ser o dobro, disse. (...)
Quem tem menos medo de sofrer, tem maiores possibilidades de ser feliz. (...)
O homem (...) sorriu, e aquele sorriso já não era o mesmo do dia anterior. Já não era como nenhum outro do passado. Era o dobro de um sorriso"
(Valter Hugo Mãe)
(Valter Hugo Mãe)
Até já! (Obrigada C.)
terça-feira, 15 de julho de 2014
Não versus Sim
Não resisto em partilhar esta frase que uma Amiga partilhou comigo.
"O «não» aos olhos dos Homens, pode ser o «sim» aos olhos de Deus."
Até já! (Obrigada E.S.)
quarta-feira, 4 de junho de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Existir
quinta-feira, 3 de abril de 2014
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