terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Chaves que usamos

Gosto mais das chaves que abrem do que das que fecham! Na realidade ambas são necessárias, ambas são a mesma, a diferença está no lado que se escolhe virar.
Um dos lados é o que está aberto aos outros, a nós próprios, a entrar nas experiências de “open mind”, é o lado que acolhe e resolve, é o começo de algo novo ou a continuação de um projeto. O outro lado é o que fecha um ciclo, que parte para outra, é o que encerra uma história.
Acredito que há portas que têm de se fechar para sempre, só assim prestamos atenção a outras portas, mas não é fácil, pois permanecemos agarrados ao que aquela viu acontecer.
 
Muitas vezes, quando não sabemos das chaves, não deixamos de as querer encontrar, mas permanece a esperança de não ter que fechar a porta. Perder a chave até pode ser a solução para que a porta permaneça fatalmente fechada.
 
Sem dúvida que a melhor chave é a que sabe quando abrir ou fechar uma porta. Muitas das soluções que procuramos "estão na" (são a) chave que usamos.
 
Até Já!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Para onde vamos



 
 
 
 
 
É importante saber de onde vimos, para que
 
possamos saber para onde vamos.
 
 
 
 
 
Até já!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O amor para uma criança de 6 anos





"O amor não se vê com os olhos, vê-se com o coração" 

(Criança de 6 anos numa escola perto de si.)


Até já!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Perdemo-nos na procura - Roma 2012/ 2013

Todos os encontros podem conduzir a desencontros, neles o coração humano pode "desacertar-se".
É impossível dizer qual dos encontros é melhor ou mais importante, cada qual oferece momentos e experiências diferentes, talvez essas sejam as certas, aquelas que mais preparados estamos para deixar acontecer.

Se há barafunda de uma grande cidade juntarmos 40 mil jovens que procuram orientação e recolher-se na busca do coração, vamos perceber que cada um se debate com "monstros" de mármore e de cor, e é nesse mundo gigante que são agarrados pelos grandes detalhes mas, tal como na vida, são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Qualquer um podia escrever no seu diário: "Querido diário, olhando para a beleza destes monumentos posso cair na tentação de não me achar na sua grandeza, mas há algo que me chama e faz pousar lentamente no silêncio e nas melodias. Ao perder-me nas coisas grandes, descubro os pequenos detalhes e são eles quem desperta a paz no meu coração."
 
Embora a oração seja o lugar previligiado para nos encontrar-mos com Deus, nem sempre é fácil deixar acontecer esse encontro, perdidos nas monumentais muralhas que criamos. Mas o inverso é possivel, basta deixar o pequeno detalhe ganhar dimensão, a simples luz de uma vela é capaz de tocar o coração. Quando nos centramos no que é grande, perdemo-nos na procura, mas se nos focarmos nas pequenas coisas crescemos genuinamente.
 
 
Hoje entendo a arte como uma das mais belas manifestações da interioridade da pessoa humana, é um lugar onde se manifesta mais profundamente e se dá a conhecer o coração humano, é um lugar de encontro. A vida humana é uma obra de arte.


Até já! (Em casa, no regresso, permanecem 2 palavras no pensamento, "sementes" e "transformação", o que fazer com elas? Não sei, mas ficam como desafio que poderá iluminar cada dia de 2013.)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Perfeitos

 
Nunca conseguiremos ser perfeitos, mas todos os dias podemos ser melhores.

Até já.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Taizé em Roma

Roma teve um final de ano diferente, viveu mais um encontro de Taizé onde jovens de várias partes do mundo foram convidados a partilhar a Peregrinação de Confiança sobre a terra, agora rumo a uma Nova Solidariedade.
 
Foram mais de 40 mil os que deixaram o conforto de suas casas e se puseram a caminho, os que o fizeram de autocarro, desde Portugal, tiveram pela frente 2 dias de viagem.
Chegados a Roma todos foram distribuídos por paróquias, famílias e acolhimentos coletivos. É unânime o sensação de alegria partilhada por todas as comunidades que nos receberam, tal como o sentir-mo-nos parte das respetivas "famílias".

Convidados a rezar em comunidade nas diferentes basílicas de Roma, fomos descobrindo na beleza de cada uma a possibilidade de parar e de nos virarmos para Deus, abrindo-lhe o coração, algo que nem sempre foi fácil, pois parar no meio de tanta agitação tornou-se num grande desafio.

 
Um dos grandes momentos deste encontro foi a oração partilhada com o Papa Bento XVI na praça de S. Pedro, onde fomos interpelados pelas suas palavras: "Cristo não vos afasta do mundo. Ele envia-vos aos sítios onde falta a luz, para que a leveis aos outros. Sim: todos vós sois chamados a serdes pequenas luzes para os que estão à vossa volta. Através da vossa atenção a uma repartição mais equitativa dos bens da terra, pelo vosso empenho na justiça e por uma nova solidariedade, ajudareis os que estão à vossa volta a compreenderem melhor como o Evangelho nos conduz até Deus e até aos outros. Assim, com a vossa fé, contribuireis para que se erga a confiança através da terra. "
 
Também o Irmão Alois "sacudiu" os nossos corações, lançando-nos numa abertura aos outros: "recusemos fazer separadamente o que podemos fazer juntos. Visitemo-nos uns aos outros".
Na ultima oração comunitária, antes que todos partissem para as suas cidades, o prior de Taizé lembrou-nos da importância de caminharmos para Deus com confiança: "… gostaríamos que todos pudéssemos partir de Roma com uma força interior que nos permita encarar o futuro com coragem e com alegria. ... Quando tremem os apoios que a sociedade nos oferece, torna-se ainda mais importante encontrar em nós mesmos uma força interior que nos faça continuar em frente. Eu estou convicto: a confiança em Deus pode despertar essa força interior. … Para apoiar esta decisão, é preciso, tal como numa amizade humana, investir plenamente na procura de uma relação pessoal com Deus. Então, podemos avançar, olhando para Cristo."
 
Com este sinal de esperança somos lançados a viver 2013, esperando encontrar no nosso dia a dia a alegria de partilhar do amor de Deus, o qual se transforma em luz na nossa vida e na dos outros.
 
Até já! (a pedido do mergulha.org)
 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ 2013


Há quem diga que o ano vai ser difícil, pois tenho uma resposta para esses visionários apocalíticos (onde me incluo por solidariedade ou porque também penso dessa forma).
Não interessa o que é que o ano vai ser, mas sim o que vou fazer enquanto ele vai acontecendo.
Cada ano que se fecha, abre-nos um caminho novo, com a novidade que chama o nosso coração a confiar, mas só o saberemos ouvir se acreditar-mos que todos os dias são uma oportunidade para ser feliz.
 
BOM ANO
 
Até já.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal

Este Natal recebi tanta prenda que até fiquei surpreendida.
 
Nesta noite descobri que o menino foi muito generoso comigo, que me foi dando os presentes ao longo do ano para que eu melhor os apreciasse.
 
Olhando para este ano,cada momento presente, que viria a transformar-se no passado e antecipava o futuro, trouxe momentos, sentimentos, abraços, descobertas, sorrisos, desabafos, brincadeiras, pessoas,... que se transformaram em prendas maravilhosas e que ainda hoje estou a desembrulhar.

FELIZ NATAL

Até já!

domingo, 23 de dezembro de 2012

Vida

É um dom deixar-se surpeender pela Vida e não se antecipar a ela.
 
FELIZ NATAL
 
Até já!

    segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

    As coisas importantes têm que se ouvir com o coração.

    Até já! (não é original, mas gostei)

    domingo, 16 de dezembro de 2012

    ! ?




    Enquanto não encontramos as respostas, temos de viver com as perguntas, até encontrar o nosso caminho.

    Até já! (não é original, mas gostei)

    quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

    CORTAR versus SEGUIR


    São poucos os momentos em que podemos cortar com o passado, mas se for para seguir em frente ... permissão concedida.

    Até já!

    Livro

     
    Por vezes virar e página não é suficiente, é preciso mudar o livro.
     
     
    Até já!

    quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

    Casas assombradas

    Olhar para trás pode ajudar a resolver o presente, mas ficar preso a esse passado nunca foi solução.
     
    Há alturas em que temos de fechar as portas de vez e abrir mão do que já fomos nesse lugar. Nada tem a ver com casas assombradas, isso não existe, mas há muitas vidas a viver na sombra de momentos e sonhos que já o deixaram de ser.
    Para seguir em frente e desenhar novos projetos, temos que dar os passos mais difíceis e talvez os mais desprendidos de sempre, podendo ter de abdicar das muitas esperanças que essas portas testemunharam.
     
    Este fechar a porta é exigente, já que tem que se fazer de forma radical, não dando espaço para se voltar a abrir. Para se viver essa radicalidade é preciso estar disponível a deixar um bocadinho do que já fomos e tivemos, só assim vamos deixar despertar novas possibilidades sem permitir que a nossa vida desapareça à nossa frente. Essa vida está mesmo aí, pronta para ser conquistada e saboreada ao máximo.
     
    Ficar agarrado aos pedaços das casas assombradas pode-nos impedir de viver aquilo que a nós está destinado, mas que nem damos por ela, pois vivemos "cegados" por essa casa que assombra. 
    A solução pode passar por ter de perder tudo o que já se teve e abrir um porta nova, aquela que nos vai tornar possível viver um"new beginning".
     
    Até já! Não na sombra mas na luz.

    Tempo certo

    O tempo é das poucas realidades que pensamos possuir, mas na verdade não é nosso.
    Quando o temos, não sabemos o que fazer com o que ele nos trás, por outro lado, enquanto esperamos o tempo certo, ficamos paralisados agarrados à esperança que as coisas simplesmente aconteçam.
     
    Será que existe o tempo certo?
     
    Sabemo-nos a viver tempos de espera, tempos de desconfiança, tempos de alegria, tempos de angustia, tempos em que as coisas não acontecem, ou em que tudo se passa muito rápido, tempo das vacas gordas ou das vacas magras, tempos que voam, depois há o tempo de correr, o tempo de amar e o tempo de despertar o nosso ser.
    Afinal há uma infinidade de tempos e talvez todos sejam o tempo certo, em cada um deles vamos descobrir um pedacinho de nós e do que a vida nos oferece.
     
    A vida que se conta na areia do tempo, é a que cai muito rapidamente, mas que somos capazes de fazer durar uma eternidade.
     
    Nesta coisa de contar os minutos há uma certeza, nem sempre o NOSSO tempo coincide com o tempo de DEUS e aí é que está a essência do tempo, saber viver na espera, e quando o tempo de Deus acerta com o nosso, então é tempo de SER FELIZ.
     
    Até já! No tempo certo.

    domingo, 11 de novembro de 2012

    Ao longe o mar está sempre calmo




    Durante uma viagem reparei que o mar ao longe parece tão calmo.



    Quando me aproximei, quase o tocando, dei conta da agitação que ele vivia.
    Mar revolto, ondas enormes e cheias de força.





    Os nossos problemas são como o mar, quanto mais próximos estamos deles, mais destruidores e fortes parecem, mas à distância, vão revelar-se muito mais calmos e pacíficos.



    Até já.

    sexta-feira, 9 de novembro de 2012

    Ventos de mudança



    Há momentos das nossas vidas que nos sentimos "soprados" pela mudança, nesses momentos sabemos ter sido "superados" pelos obstáculos, os quais nos apontaram um caminho diferente.
     
    Quando sabemos ser tempo de mudar?
    Quando nos sentimos simples passageiros de uma viagem em que entramos e saímos sem qualquer paragem pelo meio.
    Quando percebemos que a vida é feita de experiências que nos constroem e queremos caminhar na sua direção.
    Quando sabemos não estar (existir) na vida em toda a sua plenitude.
    Quando somos impelidos por um sopro de Deus e/ ou por uma oportunidade gerada por um obstáculo.
    O desejo de mudança acontece quando algo nos faz parar e olhar para a frente, não para trás, e nesse olhar cresce o grande desejo de ser mais feliz.
     
    A felicidade não passa pelo fugir, mas sim pelo procurar e encontrar, para tal é preciso ir à boleia desses ventos de mudança. Todos os dias são bons para que ela aconteca, principalmente se a virmos como uma transformação das nossas vidas, um "redescobrir-nos" no mundo. Nem todas as mudanças são boas, mas nem todas são más, por isso, aproveita a boleia e muda, transforma a tua vida num lugar de beleza.
     
    A mudança de um arrasta a mudança de outros, assim, será um caminho que nunca se fará sozinho.
     
    Só fazendo o caminho, saberemos o que vamos encontrar. 
     
    Até já.
     

    quinta-feira, 8 de novembro de 2012

    Ser capaz



    Parece-me que um dos maiores erros da humanidade é olhar para o que não foi "capaz", está na altura de se concentrar naquilo que é "capaz", só assim vai perceber o quanto consegue alcançar.

    Até já.

    domingo, 28 de outubro de 2012

    Partilha

    Partilhar implica mais do que "um".
    Partilhar abre portas para um caminho onde a troca de experiências, emoções e momentos, acontecem.
     
     
    Partilhar é como "PARTIr" de uma "ILHA" e misturar-se na confusão de um continente, onde as pessoas sozinhas não fazem sentido, nem sabem existir, onde a sobrevivência depende das várias dimensões da natureza, começando pela das relações.
     
    É da partilha que surge o "nós" e nasce a vontade de "ir" cada vez mais longe, mas nunca vazios do que os outros partilharam connosco.
     
    Até já.

    sexta-feira, 26 de outubro de 2012

    Improvável




    As coisas mais improváveis só acontecem nos sítios e nos momentos menos previsíveis.
     
    Até já.

    quinta-feira, 25 de outubro de 2012

    quinta-feira, 18 de outubro de 2012

    Caminhos difíceis

     
      
    A solução para os caminhos difíceis, é convertê-los em pontes.

    A grande questão é saber onde as alicerçar e para onde as conduzir.
     
    Até já!

    quarta-feira, 17 de outubro de 2012

    Flor





    Deixei cair uma flor no rio, ela não se perdeu, foi "arrastada" para dar cor noutro lado.

    Até já!

    terça-feira, 16 de outubro de 2012

    Segredo


    O segredo da vida nao é fazer o que se gosta, mas gostar do que se faz.

    Até já! (não é original, mas gostei)

    domingo, 14 de outubro de 2012

    A árvore que queria crescer

    Havia uma colina habitada por uma grande variedade de árvores de fruto, uma delas era uma árvore muito triste, pois sempre que olhava para o seu lado via árvores, da mesma família, muito maiores e muito mais fortes do que ela.
    A pequena árvore entristecia-se sempre que olhava para a grandiosidade das outras, por isso, todas as noites desejava que o tempo passasse depressa para que ela pudesse crescer e alcançar o céu. Mas este pedido parecia cair em vão, pois todos os anos o seu zelador lhe cortava os ramos, lhe remexia a terra e "catava" os insetos que nela passeavam.
    Todos os anos a árvore dava muitos frutos, mas não crescia como as outras.
    Com o passar das estações as árvores foram desaparecendo, embora fossem grandes, não davam frutos com qualidade e, apesar de longas raízes, pouco custou arrancá-las da terra.
     
     
    Certo dia a pequena árvore desabafou com uma joaninha que por ali ia a passar e nos seus ramos decidiu descansar.
    A joaninha disse-lhe que a árvore tinha muita sorte em ter um zelador como aquele, embora não entendesse as razões que o levavam a fazer as coisas que fazia.
    Ela lembrou que a árvore era muito parecida com os Homens, pois eles existem para ser felizes e a árvore vivia para dar frutos e, tal como os Homens têm problemas, dúvidas e angústias, que se alimentam deles, a árvore tinha parasitas, por isso o zelador cuidava dela com amor. 
    O mesmo acontece com os Homens que têm um zelador que lhes cuida da terra e lhes prepara o caminho, mesmo que eles não o entendam, é para que possam dar bons frutos e ter raízes muito fortes.
    Desde esse dia a árvore passou a respeitar zelador e a amá-lo desde o fundo das suas raízes.

    Até já.

    quarta-feira, 10 de outubro de 2012

    Um presente "fatal" e um futuro "fugitivo"



    Tem graça ver como as pessoas falam do PRESENTE, como se fosse uma "fatalidade" viver ao máximo e tirar dele o melhor que se pode aproveitar, como se não houvesse amanhã (Carpe diem).
    Na realidade o amanhã é um FUTURO que nos está constantemente a escapar pelos dedos, quando lá chegamos passa a ser PRESENTE, é um constante fugitivo.
    Então o FUTURO não existe na perspetiva do "a ver vamos", mas sim do prepará-lo hoje, não como uma fatalidade, mas como um projeto com principio, meio e fim, que deve ser vivido com "devoção"- respeito, afeição e dedicação. A tomada de decisões diária dá um rumo à vida de cada um, dando-lhe sentido e permitindo um acerto constante.
    "Vive o presente orientada para onde queres chegar, para o caminho que queres seguir, mesmo que depois o corrijas. Isso é viver!", são palavras interessantes, sábias e que dão que pensar.
     
    Do PASSADO pouco se diz, "já era", mas teimamos perpetuar a sua sombra na fatalidade do PRESENTE e do FUTURO que foge.
     
    Até já! Onde "todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje" (Provérbio Chinês).



    Conversa

    Uma conversa que se começa, é uma porta que se abre, mas uma conversa acabada, é como uma porta que se fecha PARA SEMPRE.
    Até já! Numa porta aberta ou numa conversa por acabar.


    terça-feira, 9 de outubro de 2012

    Deus fala-nos na "sombra"




     
     
    Quando somos interpelados pelos outros, na realidade é Deus quem nos interpela.
     
    Até já!

    segunda-feira, 8 de outubro de 2012

    Escuras


    Podemos fazer viagens por vários motivos, mas o caminho de ida e de volta pode marcar o sucesso dessa jornada. Ir de olhos bem abertos, para usufruir de tudo o que a viagem e o percurso nos possam oferecer, é fundamental. O simples ato de sentar no sítio certo pode oferecer as melhores vistas ou piores.
    Quando nos levantamos e nos fazemos a caminho, até podemos ir às escuras, mas não podemos arriscar a adormecer  no regresso, também ele faz parte da viagem e podemos não saber em que porta estamos a entrar, e sem dar por ela acabamos por nos sentar no lugar errado.
    Até já! (resumo do tombo)

    terça-feira, 2 de outubro de 2012

    Felizes

    Podemos não ser felizes todos os dias, mas só VIVEMOS se o tentarmos.
     
    Até já