domingo, 28 de outubro de 2012

Partilha

Partilhar implica mais do que "um".
Partilhar abre portas para um caminho onde a troca de experiências, emoções e momentos, acontecem.
 
 
Partilhar é como "PARTIr" de uma "ILHA" e misturar-se na confusão de um continente, onde as pessoas sozinhas não fazem sentido, nem sabem existir, onde a sobrevivência depende das várias dimensões da natureza, começando pela das relações.
 
É da partilha que surge o "nós" e nasce a vontade de "ir" cada vez mais longe, mas nunca vazios do que os outros partilharam connosco.
 
Até já.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Improvável




As coisas mais improváveis só acontecem nos sítios e nos momentos menos previsíveis.
 
Até já.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Caminhos difíceis

 
  
A solução para os caminhos difíceis, é convertê-los em pontes.

A grande questão é saber onde as alicerçar e para onde as conduzir.
 
Até já!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Flor





Deixei cair uma flor no rio, ela não se perdeu, foi "arrastada" para dar cor noutro lado.

Até já!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Segredo


O segredo da vida nao é fazer o que se gosta, mas gostar do que se faz.

Até já! (não é original, mas gostei)

domingo, 14 de outubro de 2012

A árvore que queria crescer

Havia uma colina habitada por uma grande variedade de árvores de fruto, uma delas era uma árvore muito triste, pois sempre que olhava para o seu lado via árvores, da mesma família, muito maiores e muito mais fortes do que ela.
A pequena árvore entristecia-se sempre que olhava para a grandiosidade das outras, por isso, todas as noites desejava que o tempo passasse depressa para que ela pudesse crescer e alcançar o céu. Mas este pedido parecia cair em vão, pois todos os anos o seu zelador lhe cortava os ramos, lhe remexia a terra e "catava" os insetos que nela passeavam.
Todos os anos a árvore dava muitos frutos, mas não crescia como as outras.
Com o passar das estações as árvores foram desaparecendo, embora fossem grandes, não davam frutos com qualidade e, apesar de longas raízes, pouco custou arrancá-las da terra.
 
 
Certo dia a pequena árvore desabafou com uma joaninha que por ali ia a passar e nos seus ramos decidiu descansar.
A joaninha disse-lhe que a árvore tinha muita sorte em ter um zelador como aquele, embora não entendesse as razões que o levavam a fazer as coisas que fazia.
Ela lembrou que a árvore era muito parecida com os Homens, pois eles existem para ser felizes e a árvore vivia para dar frutos e, tal como os Homens têm problemas, dúvidas e angústias, que se alimentam deles, a árvore tinha parasitas, por isso o zelador cuidava dela com amor. 
O mesmo acontece com os Homens que têm um zelador que lhes cuida da terra e lhes prepara o caminho, mesmo que eles não o entendam, é para que possam dar bons frutos e ter raízes muito fortes.
Desde esse dia a árvore passou a respeitar zelador e a amá-lo desde o fundo das suas raízes.

Até já.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Um presente "fatal" e um futuro "fugitivo"



Tem graça ver como as pessoas falam do PRESENTE, como se fosse uma "fatalidade" viver ao máximo e tirar dele o melhor que se pode aproveitar, como se não houvesse amanhã (Carpe diem).
Na realidade o amanhã é um FUTURO que nos está constantemente a escapar pelos dedos, quando lá chegamos passa a ser PRESENTE, é um constante fugitivo.
Então o FUTURO não existe na perspetiva do "a ver vamos", mas sim do prepará-lo hoje, não como uma fatalidade, mas como um projeto com principio, meio e fim, que deve ser vivido com "devoção"- respeito, afeição e dedicação. A tomada de decisões diária dá um rumo à vida de cada um, dando-lhe sentido e permitindo um acerto constante.
"Vive o presente orientada para onde queres chegar, para o caminho que queres seguir, mesmo que depois o corrijas. Isso é viver!", são palavras interessantes, sábias e que dão que pensar.
 
Do PASSADO pouco se diz, "já era", mas teimamos perpetuar a sua sombra na fatalidade do PRESENTE e do FUTURO que foge.
 
Até já! Onde "todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje" (Provérbio Chinês).



Conversa

Uma conversa que se começa, é uma porta que se abre, mas uma conversa acabada, é como uma porta que se fecha PARA SEMPRE.
Até já! Numa porta aberta ou numa conversa por acabar.


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Deus fala-nos na "sombra"




 
 
Quando somos interpelados pelos outros, na realidade é Deus quem nos interpela.
 
Até já!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Escuras


Podemos fazer viagens por vários motivos, mas o caminho de ida e de volta pode marcar o sucesso dessa jornada. Ir de olhos bem abertos, para usufruir de tudo o que a viagem e o percurso nos possam oferecer, é fundamental. O simples ato de sentar no sítio certo pode oferecer as melhores vistas ou piores.
Quando nos levantamos e nos fazemos a caminho, até podemos ir às escuras, mas não podemos arriscar a adormecer  no regresso, também ele faz parte da viagem e podemos não saber em que porta estamos a entrar, e sem dar por ela acabamos por nos sentar no lugar errado.
Até já! (resumo do tombo)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Felizes

Podemos não ser felizes todos os dias, mas só VIVEMOS se o tentarmos.
 
Até já

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sair de si


«”Sair de si” é a pérola preciosa das nossas vidas. E aquele que nunca saiu da concha ainda nem sequer viveu. Quanto mais dou, mais recebo. Quanto mais procuro entender, mais me compreendo a mim próprio. Quanto mais ajudo, mais sou ajudado. E quanto mais me perder em benefício dos outros, mais me encontro.»

in " Não há soluções, Há caminhos"
P. Vasco Pinto Magalhães
Até já

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

construir vs crescer

 
Viver é muito mais do que ter raizes, é afundá-las e fazer crescer uma "carcaça" sensível e ao mesmo tempo resistente.
Neste crescer o ambiente e as experiências condicionam a forma como a árvore cresce, por isso não cresce sozinha, constroi-se simplesmente pelo desejo de se tornar mais forte e pela troca de "favores" com o seu exterior.
 
Se as raízes estão muito à superfície, de pouco valem, mas quando entranhadas vão construir um tronco capaz de transformar a seiva em frutos, os quais de nada servem senão quando dados aos outros.
 
Depois há aquelas folhas que têm que cair para dar lugar a novas e são elas que vão converter as impurezas do ar em algo que faz respirar.
 
Assim é o viver de cada um!
Assim é o crescer de cada pessoalidade!
Assim se constroi a identidade da pessoa Humana, a meio caminho de dentro para fora e de fora para dentro, como se de uma troca de "favores" se tratasse.

Até já!

domingo, 16 de setembro de 2012

Dizer

Se por um lado não dizemos tudo o que pensamos, por outro, nem sempre pensamos naquilo que dizemos.
 
Até já!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Eli - sentir a viagem



Sempre que não sabe o que fazer, Eli, que em hebraico significa "O altíssimo", recorre à estrada, ao carro, só lhe apetece andar sem parar, cantar, berrar, chorar, sem que ninguém o veja.

Entra no carro e coloca a música alto, anda, anda, sem parar.

Cada km percorrido transforma-se numa procura de novos caminhos, novas viragens, novas soluções, cada cruzamento converte-se numa escolha, a paisagem vai e vem a grande velocidade, como se de cenas de um filme se tratasse, não dá para a apreciar ao detalhe, só sentir a viagem. Eli, ao longo dela, pára para dar abraços, como se de combustível se tratasse, são eles que lhe dão força para seguir até ao apeadeiro seguinte, mas há um momento em que chega ao ponto de viragem, em que tem que regressar e fazer marcha atrás.

Ao olhar para trás repara que não consegue ver tudo, tendo que recorrer ao sinal sonoro que o carro emite ao se aproximar de um obstáculo, é então que chega à conclusão que "só" olhar para trás não resolve, há que saber o que procurar nesse momento, para depois seguir em frente, o caminho já não passa por "Ali.
 
E se à paisagem der o nome, VIDA?
E a viagem se chamar CAMINHO?
Então, marcha atrás só pode ser PASSADO!
 
Até já! E boa viagem.

Relativizar e relacionar

 
 
"Uma grande tentação nossa é a de absolutizar. Pegar num acontecimento negativo e dizer: “é tudo assim”. Olhar um problema sério e não ser capaz de ver mais nada para além disso. Absolutizar cega e escraviza. O caminho é, pois, o de relativizar, não tirar do contexto, ver também o resto dos acontecimentos e, depois, relacionar com outras exigências. Relativizar e relacionar! Começa aí o caminho de paz.  "

in " Não há soluções, Há caminhos"
P. Vasco Pinto Magalhães
 
Até já!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O que nos moveu

Já alguma vez ouviste dizer que a vida é fácil? Nã.
E que o mundo é justo? ... Mas de que justiça falo? Aquela que temos de construir cada dia e que nos garante uma identidade de cidadão do mundo e de pessoa humana.
 
Cada dia que passa, à conta de uma crise que tem muitos nomes e origens, sentimos a ascenção da hipocrisia, em que apenas se sabe olhar para si, e quando digo "para si" não me refiro ao interior, mas sim para o próprio umbigo, aquele que um dia nos uniu a uma das maiores expressões de AMOR, a nossa mãe. Mas onde anda esse AMOR?
 
Julgo que não há pessoas com o "pacote" completo, não falo apenas dos que estão à minha volta, de mim falo, por isso lutamos todos os dias para SER melhor, pelo menos deviamos fazê-lo. É aqui que surge a urgente construção de pessoas integras, que saibam olhar à sua volta e tomar decisões fundadas no coração, na verdade, na justiça e no AMOR que um dia nos foi passado pelo cordão umbilical, o qual não é o centro de nós proprios mas uma passagem para o nosso coração.
 
Mas de repente há as lufadas de ar fresco. Surgem as conversas e nelas somos capazes de perceber os pilares da nossa vida, aqueles que conhecem os nossos olhos e neles descobrem o coração.
É nessa troca de falas que relembramos o caminho que escolhemos, de novo o coração se enche de esperança, pois de tanto dizer "confia" passamos a acreditar e a não baixar os braços.
 
O que nos moveu no inicio, é o que nos move agora, se calhar de forma bem mais apaixonada, mas neste caminhar, e neste olhar em frente, vai-se percebendo que todos os dias temos que encontrar algo de novo para se gostar, para se lutar.
 
Até já!



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O importante não é o NORTE, mas o sentido que ele dá

Um dia um anjo recebeu uma bússola, não sabia o que fazer com ela nem porque alguém o tinha presenteado com tal objeto. Seguiu viagem e foi voando de nuvem em nuvem, de coração em coração, vagueando no espaço e no tempo. Na realidade não se sentia bem em lado algum, talvez nem soubesse o que procurar, nem onde ficar. Se havia palavra que perdera sentido era "regressar", pois estava sem chão e apenas lhe apetecia voar, viajar, galgar montanhas e colinas.
Nesta viagem há um momento em que se depara com uma muralha, tão grande que não podia passar por cima, tão larga que não conseguia contorná-la. Sem saber o que fazer, decide dar alguns passos atrás e pegar na bússola, repara que ela teima indicar uma direção, é aí que junta o Norte ao sentido da muralha e percebe que há outras direções para descobrir.
 
O anjo decide arriscar e procura aquilo que não sabia que tinha que encontrar nas outras direções. Percebe que o importante não é o Norte, mas o sentido que ele dá à vida de cada anjo, já que apresenta novos caminhos e alternativas. Seguiu viagem e nela encontrou razões para ser feliz e "regressar".
 
Uma coisa é certa, todas as bússolas indicam o norte, mas nenhuma sabe o caminho, apenas o sentido, quem a tem na mão é que tem que saber o que fazer com ela.
 
Será que a procura é assim tão importante? Talvez, mas torna-se fundamental tomar consciência "do" sentido, só assim se pode encontrar o que a nós está "destinado", o AMOR.
 
 
 
Até já! E boa viagem.
 
 
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domingo, 19 de agosto de 2012

Sombra



O sol brilhava bem forte e o céu permanecia limpo, mas aquela luz, quando olhada de frente, cegava, fazia com que eu não fixasse o olhar e o desviasse constantemente. Resolvi dar meia volta, foi aí que me cruzei com um cavalo que já tinha olhado dezenas de vezes, mas só naquele momento o tinha visto de facto. Decidi completar a "meia volta" e fazer o caminho inverso, percebi que a minha sombra ia à minha frente abrindo caminho.
Foi então que a entendi como uma presença fundamental na minha vida. A luz, tal como os obstáculos, quando diante de mim pode cegar-me e paralisar-me, mas a sombra permanece atrás de mim, sem que eu a veja e sinta, mas está lá a empurrar-me para seguir em frente.
Quando volto atrás, e fujo do problema, também essa força fundamental está comigo, mas desta vez à minha frente, para que eu entenda que nunca farei o caminho sozinha. Neste percurso terei a possibilidade de "ver" aquilo para que sempre "olhei", só que desta vez com o coração.

Embora a luz de um obstáculo nos possa cegar, só ela é capaz de nos fazer sentir a presença de algo maior e descobrir as maravilhas que nos rodeiam.

Até já.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Devolver a face ao outro

Enquanto procuro escutar o que o silêncio me quer dizer, vejo alguém a desenhar um rosto, é então que percebo que o silêncio serve para conhecer o meu rosto humano e o outro, o espiritual, aquele que me transporta a uma paz interior inexplicável.

A ultima semana fez-me descobrir os rostos humanos e procurar as palavras que os olhos querem transmitir, está a ser um caminho muito interessante. O desafio está em devolver a face aos outros, o que só é possível se nos olharmos nos olhos.

Até já.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Imagens "eu" (escrito em 23 de maio de 2011)

("Eu", que partilho/ "Eu", que não é meu)
("Eu", que me constroi)

Eu sempre me achei pouco fotogénica, até que descobri que perseguir uma máquina fotográfica tem muita graça e que, afinal, o meu sorriso não é "meu", foi-me dado e só partilhado faz sentido.

Depois, a fotografia é muito mais do que uma imagem, ... é um momento, é um sentimento, são as pessoas que constroem o quadro, que fica registado na máquina, e a pessoa que a tira.


A fotografia tem a magia de perpetuar no tempo, o que a vida teima em nos roubar.


Duas imagens, 2 expressões, ... revelam bem o meu "eu", aquele que está disponível para os outros e o que se destina a mim. Escolhi-as por 3 motivos: foram tiradas por quem viria a realizar "uma" grande viagem, nos minutos a seguir; mostram muito do que "eu" sou/ sinto e porque me mostram que, todos os dias, devo viver "a" alegria e partilhá-la com os outros.


Afinal,... as imagens são "cheias" de nós!

Até já! (O laranja até me fica bem ;))

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sorri

Não chores por aquilo que não podes ter, sorri por aquilo que já conseguiste alcançar.

Não fiques triste quando alguém "parte", arranja razões para estar feliz pelo muito que viveste com ela. 

Até já!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Conversas no mar I - Vivo de sonhos

Um dia um cavalo marinho, mergulhando nas profundezas do mar à procura de refúgio, cruza-se com a sua boa amiga estrela do mar que continuava de olhar fixo naquela rocha. Desta vez, a curiosidade do cavalo levou-o a procurar saber porque é que aquele lugar roubava o olhar à sua amiga,  foi então que percebeu que ela estava presa às memórias de uma outra estrela que tinha partido e não mais tinha voltado.

 O cavalo marinho diz: - sabes, boa amiga, eu não vivo de memórias, vivo de sonhos.
- Mas não serão os sonhos alimentados pelas tuas memórias? Não serão eles que te dão esperança no futuro? - responde a estrela.
- Talvez, mas se nos fixarmos nas memórias nunca partiremos na busca dos sonhos, nunca viveremos o nosso presente na sua plenitude. Sabes uma coisa? Enquanto olhas fixamente para esse lugar, perdes o muito que se passa à tua volta e o muito que podes alcançar no intimo do oceano. Tal como as memórias, este lugar é uma passagem a que deves voltar sempre que quiseres sonhar a alegria de estar com os que mais amas e amaste, também eles te darão força para realizares os teus sonhos e criares novas memórias.
- Querido amigo, de facto a vida é uma passagem que deve ser vivida em toda a sua plenitude com muito amor.


Os dois amigos partiram, o cavalo marinho rumo ao fundo do mar e a estrela colocou-se a caminho da superfície para realizar um grande sonho, ver o azul do céu.

Ambos se despediram dizendo: até já.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O "luto" já atingiu a maior idade





Há pessoas que têm o dom de permanecer sempre em nós.
Há pessoas que vivem em cada gesto e sinal de alegria que “somos”.
Há pessoas que nos habitam com tão grande amor, que são capazes de se fazer sentir vivas em toda a eternidade.
Quantas vezes nos questionamos: Mas porquê eu?; Mas porquê a mim?; Mas porque acontecem desgraças a pessoas boas?; Mas porque é que Deus, que dizem ser tão misericordioso, deixa sofrer? … Na realidade quando procuramos as respostas certas,  colocamos as questões erradas. É na busca de conforto e do sentido da vida que lançamos perguntas que baralham as respostas.
Deus não é o causador de sofrimento, não é aí que O devemos procurar, mas sim no reconforto e na forma de ultrapassar as adversidades. Claro que difícil se torna aceitar que nem sempre a nossa vontade coincide com a vontade de Deus.
Não podemos negar a nossa natureza humana, aquela que vive, mas também a que sofre; aquela que ri, mas também a que chora; aquela que luta; mas que nem sempre vence. … Na realidade é aqui que as nossas naturezas se encontram, mas é na natureza espiritual, de cada um, que vamos procurar o nosso existir e buscar as forças para a vida das dificuldades e dos obstáculos, é aí que Deus está.
18 anos passados desde a sua partida, sinto um regresso constante ao meu coração e à minha vida. Hoje é dia de alegria, porque faz 18 anos que deixou de sofrer. Este meu “luto” já atingiu a maior idade, não tem sido um percurso fácil, mas tem sido um caminho que me tem feito crescer e me tem amadurecido interiormente. Dou valor a cada momento e a cada pessoa que se cruza comigo, é nessas “prendas” que deposito grande amor.


Até já! (dá direito a prémio identificar-me na foto)


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dia LARANJA

Quem não sabe agradecer os amigos, não sabe valorizar um dos maiores dons da vida, a AMIZADE.
Com a AMIZADE vem a ALEGRIA, a SERENIDADE, a PARTILHA, o AMOR, a ... FAMÍLIA.
Foi um dia especial, onde alguns dos meus amigos vestiram laranja e me deram um abraço.

Dizem que o LARANJA é "uma cor ativa que significa movimento e espontaneidade, é a cor do sucesso, da agilidade mental, e da prosperidade.
Laranja simboliza encorajamento, estimulo, robustez, atração, gentileza, cordialidade, tolerância e prosperidade.
O Laranja é também a cor da comunicação, do calor efetivo, do equilíbrio, da segurança, da confiança. É cor das pessoas que crêem que tudo é possível. Estimula otimismo, generosidade, entusiasmo e aumenta o apetite. ... O alaranjado transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente, íntimo."

Não sei o porquê de me identificar com esta cor?!
Sei bem o porquê de AMAR estes amigos (e os que não estiveram).
Com amigos assim, só me ocorre dizer: Bem haja.


Até já. (o apetite é que era escusado ;) )

domingo, 1 de abril de 2012

domingo de RAMOS




A semente germinou, deitou raízes, cresceu e tornou-se árvore, árvore com ramos verdes... O loureiro perfumado à beira do caminho...

Sinal da árvore da vida, feita em cruz de morte e ressurreição...
Boa nova que dá fruto... Páscoa de Cristo – torrente de vida nova, sangue e água do lado aberto ... e nasce a Igreja... e aí nascemos nós como novos filhos de Deus!

Vivendo assim em ritmo pascal, chegaremos à terra prometida e poderemos também gritar: “Resolvi não saber coisa alguma entre vós a não ser Cristo e Cristo crucificado”!
Que a celebração do Abandono de Cristo, por amor, nos atraia a todos ao coração do Pai e nos renove pela graça da Ressurreição, experimentando a alegria do Senhor no meio de nós! Amen! “Eu sou o Alfa e o Ómega, o primeiro e o último, amen, por todos os séculos, amen!”. (J.A.)


Até já!

domingo, 25 de março de 2012

5º domingo - TRIGO e ESPIGAS




Espigas que ondulam ao vento... beijadas por pássaros famintos... espigas de um trigo novo, porque o deserto floriu...

Esta é uma lei da vida, escondida em todas as coisas: “Vida que germina da morte, por amor...”
O dia deixa espaço à noite, por amor...
A noite saúda o dia, por amor...
O trigo cai na terra e morre, por amor
E germina do sulco da morte, por amor...

Assim nós queremos estar prontos a morrer para o nosso eu egoísta, por amor, para ressuscitarmos com Cristo...
Poderemos então dizer: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim...”
Jesus é trigo novo, deserto feito jardim, árvore da vida... vivamos com Ele a sua hora! (J.A.)



Até já!

domingo, 18 de março de 2012

4º domingo - luz




Na escuridão do deserto, surge uma nova luz... Luz de um longínquo oásis... Oásis chamado Jesus... Luz que é fé batismal purificada... Luz que é a verdade de Deus em nós... Luz que é reflexo de ações boas, de bem e de amor...

Como o Povo de Israel sentiu o deserto do exílio, também nós nos sentimos muitas vezes afastados de Deus pelo nosso egoísmo...
Olhemos para Aquele que, por amor, se deixa elevar na cruz, para que a riqueza da sua misericórdia faça florescer o deserto da nossa pobreza...

Apoiados na graça de Deus, digamos como S.Paulo: “Quando sou fraco, então é que sou forte”. (J.A.)



Até já!